Sou um alquimista da minha vontade.
De tudo que é belo e feio que circula pela esfera da vida.
De toda a minha profundeza, desde que olhe para dentro.
De todo o meu potencial, desde que me permita a olhar para cima.
Pois a maior, mais difícil e mais intrincada jornada que podemos fazer é a da estrada entre a nossa cabeça e nosso coração.
A permissão, o desejo, o desprendimento e o controle (ou falta dele) que necessitamos ter é enorme.
É um gozo, um desafio, um sacrifício.
Nascemos não para vir ao mundo, mas para acharmos nosso lugar nele.
Impulso
sexta-feira, 24 de agosto de 2012
domingo, 21 de agosto de 2011
Baseado em uma história real.
Um dia desses aconteceu algo forte comigo.
Eu estava meditando e... é eu medito as vezes. Acho legal, parar um pouco em um canto, se concentrar. Não é raro ficarmos rodeados por uma rotina sufocante e esquecermos de uma harmonia que nos rodeia.
Mas como estava falando, e isso tem tudo haver com esquecer de coisas ancestrais, eu estava em um estado de meditação avançado já, que é quando a sua cabeça pára de falar um pouco, aquele blá blá blá que não cessa por um instante, não percebemos, mas essa falação toda atrapalha as vezes.
Era o silêncio e eu, eu e o silêncio, magnífico. Quando de repente, de uma maneira muito poderosa mesmo, surgiu a imagem de uma amiga muito especial minha. Mas foi estranho porque senti que a impressão veio de fora, sabe? Senti até o cheiro dela, foi muito estranho.
Aí a concentração foi toda embora, não é? Só fiquei pensando nela e com uma intuição de que devia fazer algo. Fiz uso do meu celular já que não podia sair do lugar que estava.
Mandei um recado de todo coração que dizia assim:
"Como você está? Fica bem, te amo!"
Eu senti que tinha que ter mandado o recado naquele exato momento, nem um minuto mais cedo e nem mais tarde. Geralmente não espero pela resposta, mas esse dia quis ficar com ele na mão porque eu senti que tinha atingido em cheio a pessoa, quer ela onde estivesse.
É nessa hora que ele sinaliza que chegou a resposta:
"Nossa, estava começando a chorar agora!"
E eu, emocionado em saber que existem sim ligações muito especiais e sutis, sorri e falei enquanto digitava:
"Eu sei. Eu senti você."
Eu estava meditando e... é eu medito as vezes. Acho legal, parar um pouco em um canto, se concentrar. Não é raro ficarmos rodeados por uma rotina sufocante e esquecermos de uma harmonia que nos rodeia.
Mas como estava falando, e isso tem tudo haver com esquecer de coisas ancestrais, eu estava em um estado de meditação avançado já, que é quando a sua cabeça pára de falar um pouco, aquele blá blá blá que não cessa por um instante, não percebemos, mas essa falação toda atrapalha as vezes.
Era o silêncio e eu, eu e o silêncio, magnífico. Quando de repente, de uma maneira muito poderosa mesmo, surgiu a imagem de uma amiga muito especial minha. Mas foi estranho porque senti que a impressão veio de fora, sabe? Senti até o cheiro dela, foi muito estranho.
Aí a concentração foi toda embora, não é? Só fiquei pensando nela e com uma intuição de que devia fazer algo. Fiz uso do meu celular já que não podia sair do lugar que estava.
Mandei um recado de todo coração que dizia assim:
"Como você está? Fica bem, te amo!"
Eu senti que tinha que ter mandado o recado naquele exato momento, nem um minuto mais cedo e nem mais tarde. Geralmente não espero pela resposta, mas esse dia quis ficar com ele na mão porque eu senti que tinha atingido em cheio a pessoa, quer ela onde estivesse.
É nessa hora que ele sinaliza que chegou a resposta:
"Nossa, estava começando a chorar agora!"
E eu, emocionado em saber que existem sim ligações muito especiais e sutis, sorri e falei enquanto digitava:
"Eu sei. Eu senti você."
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
Semana.
Na segunda eu organizo minha vida.
Na terça eu pratico o que planejei.
Na quarta eu me fortaleço.
Na quinta eu me encontro, para não me perder.
Na sexta eu curo.
No sábado eu saio para o mundo com meus amores.
No domingo eu tento fazer algo nesse dia chato por natureza.
Na terça eu pratico o que planejei.
Na quarta eu me fortaleço.
Na quinta eu me encontro, para não me perder.
Na sexta eu curo.
No sábado eu saio para o mundo com meus amores.
No domingo eu tento fazer algo nesse dia chato por natureza.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Volta.
Escuta aqui, sua maldita!
Para você podem ter passado apenas 5 anos, não sei o que você fez com sua vidinha e nem me interessa, só sei que para mim esse tempo foi uma eternidade!
Ainda não acabei, cacete!
Você não tem ideia de como meus amigos tornaram-se preciosos para mim, de como me importo com tudo agora. Aliás, passei por muita coisa! Conheci outros amores, sofri decepções terríveis e recebi aprendizados que me definiram, foi um imenso erro o seu achar que voltaria e encontraria tudo do mesmo jeitinho torto de quando partiu. Você sempre foi boa nisso, em achar que o mundo não gira, que as coisas não mudam.
E elas mudaram, e simplesmente amo como elas se tornaram.
Então qualquer possível sinal de ameaça a essa paz vinda da sua cabeça ridícula é uma afronta e merece ser eliminada. Pois tudo tornou-se importante e inestimável demais e nunca vi alguém estragar tanto o que toca como a sua mão imatura.
E dessa vez eu não vou permitir isso.
O tempo passou, as ideias mudaram, as prioridades também, coloque-se em seu lugar, goste dele ou não.
Entendeu bem?
Para você podem ter passado apenas 5 anos, não sei o que você fez com sua vidinha e nem me interessa, só sei que para mim esse tempo foi uma eternidade!
Ainda não acabei, cacete!
Você não tem ideia de como meus amigos tornaram-se preciosos para mim, de como me importo com tudo agora. Aliás, passei por muita coisa! Conheci outros amores, sofri decepções terríveis e recebi aprendizados que me definiram, foi um imenso erro o seu achar que voltaria e encontraria tudo do mesmo jeitinho torto de quando partiu. Você sempre foi boa nisso, em achar que o mundo não gira, que as coisas não mudam.
E elas mudaram, e simplesmente amo como elas se tornaram.
Então qualquer possível sinal de ameaça a essa paz vinda da sua cabeça ridícula é uma afronta e merece ser eliminada. Pois tudo tornou-se importante e inestimável demais e nunca vi alguém estragar tanto o que toca como a sua mão imatura.
E dessa vez eu não vou permitir isso.
O tempo passou, as ideias mudaram, as prioridades também, coloque-se em seu lugar, goste dele ou não.
Entendeu bem?
sábado, 14 de maio de 2011
Energia.
Tenho um leão dentro de mim. E nem sempre me dou bem com ele.
Não porque não queira, mas porque é difícil mesmo. O leão é voraz, cheio de fome, são poucos os momentos que ele está saciado, e parece que esses momentos existem para que depois ele apareça querendo mais.
Enquanto não se alimenta ele não deixa ninguém em paz. O que come? Beijos, livros, pulos, estudos, filmes, paixões, amor e muito mais. Se deixar devora tudo o que há pela frente.
Mas gosto do meu leão, as vezes até demais, mas é do rugido dele que chega a necessidade do verbo, do acontecer, do tornar real o que é potencial. Porque se as vezes me estranho com o leão, gosto menos ainda de sentir que meu potencial está sendo desperdiçado. Isso sim causa estrago!
Não escolho dia nem mesmo momento. Simplesmente sou bombardeado por uma torrente de energia que muitas vezes nem consigo lidar direito de tão forte que é.
É muita energia, o tempo todo! Fluindo, pulsando! Falando "faça algo" enquanto já estou fazendo algo (porém quando parece que aquilo não é suficiente para a vida), "o que mais o leão quer?", pergunto eu.
E então uma voz animada, porque finalmente lhe deram ouvido, sussurra:
"Quero que você faça o que tem vontade de fazer. Aquela vontade bem interna, que aparece em conversas íntimas as três da madrugada com amigos próximos. Quando se está sozinho em momento de distração, aquele desejo que se mistura com sonho, que parece até distante de tão prazeroso que possa vir a ser. De só de pensar arrepia e o sorriso brota no rosto. Quero que se entregue. Que vista a roupa que lhe cabe, que se declare para quem ama, que tatue o que está com receio, que dance sem ter medo que os outros olhem. Quero apenas que você siga o impulso, o seu impulso, e por favor, que não dificulte as coisas para seu lado."
Obrigado, leão. Farei isso.
Não porque não queira, mas porque é difícil mesmo. O leão é voraz, cheio de fome, são poucos os momentos que ele está saciado, e parece que esses momentos existem para que depois ele apareça querendo mais.
Enquanto não se alimenta ele não deixa ninguém em paz. O que come? Beijos, livros, pulos, estudos, filmes, paixões, amor e muito mais. Se deixar devora tudo o que há pela frente.
Mas gosto do meu leão, as vezes até demais, mas é do rugido dele que chega a necessidade do verbo, do acontecer, do tornar real o que é potencial. Porque se as vezes me estranho com o leão, gosto menos ainda de sentir que meu potencial está sendo desperdiçado. Isso sim causa estrago!
Não escolho dia nem mesmo momento. Simplesmente sou bombardeado por uma torrente de energia que muitas vezes nem consigo lidar direito de tão forte que é.
É muita energia, o tempo todo! Fluindo, pulsando! Falando "faça algo" enquanto já estou fazendo algo (porém quando parece que aquilo não é suficiente para a vida), "o que mais o leão quer?", pergunto eu.
E então uma voz animada, porque finalmente lhe deram ouvido, sussurra:
"Quero que você faça o que tem vontade de fazer. Aquela vontade bem interna, que aparece em conversas íntimas as três da madrugada com amigos próximos. Quando se está sozinho em momento de distração, aquele desejo que se mistura com sonho, que parece até distante de tão prazeroso que possa vir a ser. De só de pensar arrepia e o sorriso brota no rosto. Quero que se entregue. Que vista a roupa que lhe cabe, que se declare para quem ama, que tatue o que está com receio, que dance sem ter medo que os outros olhem. Quero apenas que você siga o impulso, o seu impulso, e por favor, que não dificulte as coisas para seu lado."
Obrigado, leão. Farei isso.
segunda-feira, 9 de maio de 2011
As Duas Tiranas - Parte 2.
Não lembro quem derrotei primeiro, emoções são difíceis de serem medidas pelo tempo cronológico. Parece que possuem um tempo interno, bem próprio. Mas com certeza, quem me chamava mais a atenção era a culpa.
Engraçado que sempre coloco emoções, sentimentos e outros conceitos como figuras humanas em algum ponto dos meus pensamentos. Imagino meu lado profissional representado por um homem de terno e óculos, meu lado mais insano usando roupas espalhafatosas e cabelo bem comprido, mas não consegui imaginar a culpa.
Chegam a aparecer alguns traços femininos, um vestido negro. Tomando mais forma, uma mulher de pele clara, usando um batom vinho e um sorriso sádico.
A partir daí já estaria forçando a barra. Não por falta de imaginação, mas porque não se trata de uma forma humana e sim a de um monstro. Um monstro, que assim como a cobrança, te suga as forças. Porém a acho mais pesada.
É uma bola de aço amarrada na cintura. Você age mais devagar, se cansa mais fácil e anda curvado, encarando o chão porque acha que não merece mais o céu.
Usando das palavras como usei antes, pois elas possuem muito poder, a analogia com a culpa ficou feia. Até tentei evitar, mas se a culpa foi transgressora comigo, eu serei com ela. Mas "culpa" vêm de "cu"! Falei que era feia. É suja, o tempo todo, por mais que lave. Ninguém gosta de falar sobre e só serve para uma coisa, que é entrar em contato e fazer sujeira.
Voltando ao céu, porque prefiro falar de céu do que de cu, a culpa te desvia das qualidades celestiais. Você fica sem saber quem se afasta de quem, se é você das coisas boas ou se são as coisas boas que correm de ti.
Assim como Ícaro, voei perto do Sol e caí, e caí, e caí. Conheci a profundeza da vergonha, da não-aceitação da minha ignorância e aquilo doía imensamente. O peito era pesado e o choro sempre iminente. Tinha vontade de voltar no tempo.
Mas aqui vim falar de vitória, não é mesmo? Me desculpe, caro leitor, mas depois do corte uma cicatriz é feita e não sou do tipo que as remove ou coloca tatuagens por cima. Gosto de olhar e lembrar de como ganhei a batalha.
De lembrar que a vida infelizmente não é só alegria, porém é na adversidade que você conhece sua verdadeira força. Aprendi que sentir-se vivo é diferente de "viver" no piloto automático e que não é fácil, não é nada fácil, viver plenamente.
As vezes precisamos matar alguns monstros externos, mas os verdadeiramente complicados são os internos, aqueles que vivem profundamente em nós.
Boa sorte em sua caçada. E que você esteja mais livre na próxima vez que voltar por aqui.
Engraçado que sempre coloco emoções, sentimentos e outros conceitos como figuras humanas em algum ponto dos meus pensamentos. Imagino meu lado profissional representado por um homem de terno e óculos, meu lado mais insano usando roupas espalhafatosas e cabelo bem comprido, mas não consegui imaginar a culpa.
Chegam a aparecer alguns traços femininos, um vestido negro. Tomando mais forma, uma mulher de pele clara, usando um batom vinho e um sorriso sádico.
A partir daí já estaria forçando a barra. Não por falta de imaginação, mas porque não se trata de uma forma humana e sim a de um monstro. Um monstro, que assim como a cobrança, te suga as forças. Porém a acho mais pesada.
É uma bola de aço amarrada na cintura. Você age mais devagar, se cansa mais fácil e anda curvado, encarando o chão porque acha que não merece mais o céu.
Usando das palavras como usei antes, pois elas possuem muito poder, a analogia com a culpa ficou feia. Até tentei evitar, mas se a culpa foi transgressora comigo, eu serei com ela. Mas "culpa" vêm de "cu"! Falei que era feia. É suja, o tempo todo, por mais que lave. Ninguém gosta de falar sobre e só serve para uma coisa, que é entrar em contato e fazer sujeira.
Voltando ao céu, porque prefiro falar de céu do que de cu, a culpa te desvia das qualidades celestiais. Você fica sem saber quem se afasta de quem, se é você das coisas boas ou se são as coisas boas que correm de ti.
Assim como Ícaro, voei perto do Sol e caí, e caí, e caí. Conheci a profundeza da vergonha, da não-aceitação da minha ignorância e aquilo doía imensamente. O peito era pesado e o choro sempre iminente. Tinha vontade de voltar no tempo.
Mas aqui vim falar de vitória, não é mesmo? Me desculpe, caro leitor, mas depois do corte uma cicatriz é feita e não sou do tipo que as remove ou coloca tatuagens por cima. Gosto de olhar e lembrar de como ganhei a batalha.
De lembrar que a vida infelizmente não é só alegria, porém é na adversidade que você conhece sua verdadeira força. Aprendi que sentir-se vivo é diferente de "viver" no piloto automático e que não é fácil, não é nada fácil, viver plenamente.
As vezes precisamos matar alguns monstros externos, mas os verdadeiramente complicados são os internos, aqueles que vivem profundamente em nós.
Boa sorte em sua caçada. E que você esteja mais livre na próxima vez que voltar por aqui.
sexta-feira, 6 de maio de 2011
As Duas Tiranas - Parte 1.
Eu tentei escrever de uma maneira lírica, cheia de metáforas, mas não consegui. Escrevia e rabiscava, olhava o papel pintado com toda a subjetividade do meu ser e só conseguia soltar um exclamado "Não, assim não." Não sei se um dia vou amadurecer essa ideia dentro de mim, só sei que hoje ela ainda está fervorosa como um grito de liberdade.
E não deixa de ser um grito de liberdade mesmo, imagino a felicidade de um levante ao ver, e melhor ainda, sentir que seu país está livre do julgo de opressores cruéis que não fazem outra coisa a não ser sugar os outros.
Enfrentei dois tiranos ao mesmo tempo dentro dos limites do meu país, ou melhor, duas tiranas. O meu país sou eu, claro! A Gustavolândia, onde há sempre a luta por algo, no mínimo, digno.
A primeira tirana é a cobrança! Que vêm de cobra, olha que terrível! "Cobra-ança". É silenciosa, rasteja, aproxima-se sem ser notada, olha com firmeza e dá o bote com toda a força que há nela. A cobrança é igual, igualzinha, sem por nem tirar, não muda nada.
É um círculo vicioso, você almeja conseguir algo, automaticamente se cobra por não encontrar-se naquele estado que você deseja alcançar ou no processo anda em descompasso, quer aprender uma coisa que se aprende em 10 anos em apenas 10 dias. Aí o bote já foi faz tempo e ninguém viu, mas sentiu. E quando se erra então? E quando se erra muito feio? A pessoa que se cobra nem precisa de um terceiro falando que ela errou, ela já se prende sozinha.
Acaba toda a energia, chega ao fim, gastou-se tudo e então a procrastinação aparece. E se a enrolação acontece, a atividade no final não vai estar excelente, aí você faz o que? Se cobra. Se come. Se fulmina por dentro. Interminavelmente.
E não deixa de ser um grito de liberdade mesmo, imagino a felicidade de um levante ao ver, e melhor ainda, sentir que seu país está livre do julgo de opressores cruéis que não fazem outra coisa a não ser sugar os outros.
Enfrentei dois tiranos ao mesmo tempo dentro dos limites do meu país, ou melhor, duas tiranas. O meu país sou eu, claro! A Gustavolândia, onde há sempre a luta por algo, no mínimo, digno.
A primeira tirana é a cobrança! Que vêm de cobra, olha que terrível! "Cobra-ança". É silenciosa, rasteja, aproxima-se sem ser notada, olha com firmeza e dá o bote com toda a força que há nela. A cobrança é igual, igualzinha, sem por nem tirar, não muda nada.
É um círculo vicioso, você almeja conseguir algo, automaticamente se cobra por não encontrar-se naquele estado que você deseja alcançar ou no processo anda em descompasso, quer aprender uma coisa que se aprende em 10 anos em apenas 10 dias. Aí o bote já foi faz tempo e ninguém viu, mas sentiu. E quando se erra então? E quando se erra muito feio? A pessoa que se cobra nem precisa de um terceiro falando que ela errou, ela já se prende sozinha.
Acaba toda a energia, chega ao fim, gastou-se tudo e então a procrastinação aparece. E se a enrolação acontece, a atividade no final não vai estar excelente, aí você faz o que? Se cobra. Se come. Se fulmina por dentro. Interminavelmente.
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